Esporte e violência: o jogo entre regras e concepções sociais

Palestrante no Brasil e no Exterior, é membro do Instituto Millenium - um dos maiores think tanks brasileiros, colunista da revista Consumidor Moderno e Sócio-diretor da Consumoteca, uma boutique especializada no consumidor brasileiro. Nem precisava. Fica até feio pra doença. Quino morreu antes da obra. Deu sorte! Faz tempo que isso saiu de moda. O normal agora é matar a própria história. Numa delas, diante do calor terrível, Guili pergunta à amiga se o governo era culpado pelas altas temperaturas na cidade. Mafalda, com aquele senso de quem ainda sabe que a terra é redonda, nega.

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Dentro do campo, os jogadores disputam a bola, às vezes de forma agressiva. Na torcida, gritos de guerra que incentivam os jogadores. Tudo vai benefício até que uma briga entre torcidas rivais paralisa a partida. A violência pode ocupar diversos níveis, dependendo do lugar de que se fala. O coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Psicologia do Esporte Lepespe da Universidade Estadual Paulista Unesp de Rio Claro, Afonso Antônio Machado, comenta que uma sociedade violenta gera atributos também violentos, que podem se passar em diversos âmbitos sociais. É violência, e deve ser entendida como tal. Essas definições, claro, mudam conforme as sociedades abandonam alguns padrões e adotam outros. Ela pode ser mais complexa e até mesmo menos aterrorizante do que se suporia a princípio. Para o sociólogo francês Michel Wiewiorka, a partir do momento em que a violência deixa de ser pensada, passa a ser meramente temida, ocupando levemente o campo subjetivo.

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